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Escrita em dia: jornalistas, fumo e outras coisas

Numa semana de equívocos e mal-entendidos no Dizpositivo, no Verbo Jurídico Blog e no CleopatraMoon, que o tempo já se encarregou de "relativizar", ressurge na blogosfera um conhecido Anónimo. Claro que não faria sentido que, depois do Incursões, não tocasse esta segunda vez - e é permitido fumar.
Isto de aproveitarem o meu descanso (da web) para se divertirem, não está certo. Adiante.


O novo Procurador-Geral da República toma posse, num dia em que a TSF, no meio de um "trabalho de despedida" dedicado ao Dr. Souto Moura, volta a "informar" que o Presidente da República foi escutado no "envelope 9".
Até o
José perdeu pachorra para aturar isto.

A adopção por casais homossexuais parece que está a ser discutida no seio do Partido Socialista.
A confirmar-se, será tema para um ou dois postais.

Lá por fora, alguns chatos insistem em lembrar a morte de uma jornalista russa. Nada que a realpolitik não consiga fazer esquecer rapidamente.

No bastião da "Velha Europa", copiam-se os exemplos norte-americanos.
Na discussão lusa sobre a proibição de fumar em todos os recintos fechados de acesso público, os fumadores portugueses perdem o argumento do "Isso é um fundamentalismo americano".

O Conselho da Europa arranjou-nos mais 217 folhas sobre a eficiência dos sistemas de justiça europeus para ler.
É um daqueles documentos que deve permitir uma leitura "à la carte": invocam-se só os dados que nos servem. Deve ser interessante.

A Amnistia Internacional continua a lembrar que o comércio internacional de armas "ligeiras" é uma vergonha para a Humanidade.
Este é um daqueles casos em que uma mera
associação - dissecada por Michael Moore no premiado Bowling for Columbine - consegue, de forma mais ou menos directa - condicionando a opinião pública e política norte-americanas -, influenciar a política internacional.

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