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Contribuindo para um Portugal melhor

Mariana e Gustavo são os pais do João.
Aqui há um par de anos, quando o João tinha 8 meses de idade, entraram num avião de uma companhia aérea portuguesa e ocuparam os lugares que haviam expressamente reservado, por forma a que o bebé pudesse viajar num berço disponibilizado pela transportadora.
Durante a viagem, o João bateu com a cabeça na aresta de uma das dobradiças metálicas que fixavam o berço a uma parede divisória da aeronave. Os pais dizem que o João deixou de respirar durante alguns momentos e, seguidamente, ficou inconsciente. Foi reanimado com uma forte palmada nas costas. A Mariana aplicou água fria na cabeça do João, único recurso que os pais dizem que estava disponível.
Chegados ao destino, a Mariana levou o bebé a um pediatra, tendo este informado que a criança não mostrava sinais de lesões graves.
Mariana e Gustavo interpelam, então, a companhia aérea, solicitando à transportadora que adoptasse as medidas de segurança adequadas a que acidentes como o ocorrido com o seu filho não se viessem a repetir. Pediam, ainda, uma indemnização pelos danos sofridos, designadamente, com a consulta de pediatria.
A transportadora não assumiu qualquer responsabilidade pelo (alegadamente) ocorrido.
Reiterando aquela pretensão, Mariana e Gustavo demandaram judicialmente a companhia aérea, faz agora 9 meses. A ré manteve a sua referida posição.
Apesar deste afastamento inicial entre as posições das partes, requerimento após requerimento, começaram estas a chegar a um entendimento. Fruto deste, a transportadora procedeu já à alteração dos berços instalados nas suas aeronaves, por forma a evitar acidentes como o ocorrido se repitam. Mariana e Gustavo, satisfeitos com esta atitude, prescindiram da indemnização - com excepção do valor da consulta médica.
As partes puseram fim ao litígio.
Sem comendas ou benefícios fiscais, e ainda tendo que pagar ao Estado € 5,00 de imposto de selo para poderem chegar a acordo (!), graças à Mariana e ao Gustavo, com a colaboração da transportadora aérea, os berços desta são hoje mais seguros.

QUEREMOS O MOVIMENTO, ISSO È QUE INTERESSA AO PESSOAL:UNS SÂO ENTEADOS E OUTROS SOBRINHOS; E HÀ OS FILHOS. MUDANÇA NO CSM!

Este sim é um exemplo a seguir...

Querem depois os jogadores de futebol benefícios/isenções fiscais?!!?!? Para mim, o simples facto de sugerir a hipótese é um atentado às "nossas pessoas"!!

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