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A arte de bem transmitir aos jornalistas toda a mensagem

Numa conferência de imprensa apenas importa produzir duas ou três frases impressivas, e nada mais. Para uma nota de imprensa merecer atenção, é melhor que ela seja um artigo "pronto-a-publicar" elaborado de acordo com critérios jornalísticos. É isto que se pode concluir do estudo referido neste artigo do El Mundo, com versão portuguesa aqui:
O estudo "Jornalistas, empresas e instituições chaves de uma relação necessária", realizado em Espanha, apurou que 85% dos jornalistas não aproveitam os comunicados de Imprensa de empresas e instituições que chegam às redacções e prestam mais atenção às declarações do que aos dados.
Realizado por Estudio de Comunicación y Demométrica, o estudo, que realizou 220 entrevistas, num universo de 850 redactores-chefes e editores de Economia e Sociedade de toda a Espanha e obteve um nível de resposta de 76%, tinha como objectivo contar com um instrumento de rigor que permita analisar as relações entre as empresas de comunicação e os jornalistas.
O director de Estudio de Comunicación disse que a média diária dos comunicados de imprensa que os jornalistas recebem nas secções é de 69, enquanto que os nacionais recebem uma média de 139. Destes apenas consideram publicáveis 12%.
A falta de redacção com mentalidade jornalística, o carácter publicitário, a ausência de informação e o excesso de "palha" estão entre as causas da rejeição. Contudo, metade dos jornalistas reconhece que não tem tempo suficiente para analisar os comunicados que recebe.
Depreende-se também do estudo que uma em cada três conferências de imprensa não é vista como útil pelos jornalistas. Assim, de um acção de informação espera-se obter dados directamente dos protagonistas para conseguir uma visão diferente dos companheiros de outros meios de comunicação, e mais de 60% somente acede a eles se a informação o merecer. O fundamental numa conferência de Imprensa são, acima de tudo, as declarações.
O correio electrónico é fundamental para receber informação, mas o que tem maior credibilidade é a entrevista pessoal com a fonte. Dos jornalistas consultados, 37% passam a maior parte do tempo no computador ou a falar ao telefone (22,9%). Para trabalhar com rigor uma notícia, é necessário uma média de seis horas.

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