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ATÉ SEMPRE - apenas noutro lugar

a explicaçao está no 4º comentário ao post "DIZER PORITIVO - coragem de fazer, saber esperar"

F: Quem perde sou eu (nós), pelo que escreveste e, sobretudo, pela honestidade e serenidade com que escreveste e comentaste. Obrigada pela lição.

Quem sou eu, que nem sequer tenho o prazer de a conhecer pessoalmente, para lhe pedir que reconsidere?
Como sabe, o "blogger" possui meios para evitar que seja novamente incomodada por gente inqualificável que, também a mim, me custa a crer que seja juiz de direito - embora todos saibamos que no melhor pano cai a nódoa, por muito grande que esta seja.

"Estou certa de que se tratam de excepções. Quero acreditar – ainda quero acreditar – que possa ser apenas um (ou uma) tonto, mal-formado que nem sequer é juiz. "

Eu também quero acreditar.


Não há que "replicar" acções que estão mortas à partida.Para quê perder tempo e pagar preparos? Ou
seja, para qu~e replicar em acções... que desde logo não têm qualquer viabilidade??

Não CONCORDA?

E, depois, quem não dá a cara e o faz apenas para ofender ou descer baixo.. só merece uma posição de ignorância total por parte de quem pretendem atingir, (PRETENDEM) e, no caso de persistirem na linguagem deselegante, o apagar dos comentários!

MAI NADA!


Tenho pena de não ter chegado a conhecer a “Cleópatra”, o “Moicano” ou o “José”, as excepções que abri ao diálogo de “cara tapada” por não ter conseguido resistir à alma que põem no que dizem. Com pessoas assim não é preciso, de facto, conhecer-lhes o rosto para falar com eles.


Qto á Cleopatra conhece-a bem.
Nunca imaginaria é que ela é ela mesma!

Não faça isso.

Independentemente do que quer que seja, não acha que está a dar muita relevância ao assunto?

Afinal há mais gente no movimento que se pretende, (PRETENDE, leia-se) atingir. E ninguém vai virar as costas!
Ora essa!

Não sabe apagar comentários menos elegantes ?!

Arranje um sistema de censura colectiva e... vai daí... apagam-se após sujeição à votação... Ora essa.
Havia de ser bonito!

Pois eu, infelizmente, estou certo de que o autor da gota de água maldosa que fez transbordar o primeiro copo da paciência de quem assume o risco de dizer o que pensa com nome por baixo é juiz.
E até acho que lhe conheço o tipo. Bem demais.
Haverá de ser daqueles que (agora escondidos no anonimato) andam há dez anos a chamar ressabiados e divisionistas aos colegas que têm o defeito de pensar de maneira diferente. E que tiveram a coragem de dizer que tinha de haver espaço para todos.
Mas há uma grande diferençe entre esses e nós. É que nós, como em várias ocasiões mostrámos, sabemos perder. E esses, alguns, em pouco mais de dois meses, já mostraram bem que não sabem.
Por isso, Fátima, independentemente do que decidires, estavas bem onde estavas, porque estavas do lado certo. Do lado de quem, apesar desses, quer discutir os assuntos com elevação.

A atitude daquele(a) que escreveu o que lá consta é simplesmente inqualificável.
Estou absolutamente solidária, cara MF Mata-Mouros. Quando se diz positivo, quando se pretende discutir com seriedade, isenção, rigor e elegância certos assuntos e quando se pretende fazer isso publicamente, com transparência e sinceridade, sem subterfúgios e sem outros interesses, este é um dos riscos que se corre. Aliás, esse risco aumenta na exacta medida em falham os argumentos de quem simplesmente quer dizer mal, o que só mostra que o Dizpositivo está no caminho certo.
E precisamente porque esse sempre foi o espírito com que aqui esteve e com que todos aqui escrevemos, também eu ouso pedir-lhe que reconsidere.

Fátima: Não te vou pedir que reconsideres porque, daquilo que te conheço, sei que vais decidir apenas e tão somente por ti. Por muita pena que tenha...não só porque tinha muito mais a aprender contigo, como ainda porque tinhamos umas lições marcadas para aprenderes comigo a fazer links ( e como eu gosto de ensinar a quem tanto me ensina )!!!
Mas tu sabes, até porque já falámos nisso várias vezes, que estes comentários valem o que valem...e exactamente por não valerem nada nós nunca lhes demos «corda», nunca os valorizámos e até não fizemos esforço em não querer saber de quem eram...Essa importância nós não lhes demos, e nunca lhes vamos dar. Porquem não mereciam e continuam a não merecer.
Estes comentários só acontecem porque aquilo que se diz e escreve neste blog « toca na ferida»...e sinceramente acho que isso é um bom sinal, é sinal de que estamos no caminho certo! E se tivermos em atenção que estes comentários são sempre de anónimos, então mais sintomático se torna!
Fátima, só me apetecia pedir que reconsiderasses...mas apenas te vou dizer para não te sentires magoada por alguém que tem a baixeza inqualificável que demonstrou ter...mesmo que seja um par, é um par cobarde que não merece que estejamos aqui a perder tempo com ele.
Decidas o que decidires tens o meu apoio,como sempre, como até agora, independentemente do lugar!
Até sempre! Oxalá fosse Até já!

Conheço a Maria de Fátima Mata-Mouros.
Não conheço o «anónimo».
Nem quero conhecer.

Nos blogues, na Justiça e na Vida, tudo o que for de fonte anónima, não merece relevo.
A não ser para reconhecer a cobardia revelada pelo anonimato.

Mais nada.

Até à vista.
Positivamente,
Pela união e solidariedade,
Jorge M. Langweg

"Nos blogues, na Justiça e na Vida, tudo o que for de fonte anónima, não merece relevo.
A não ser para reconhecer a cobardia revelada pelo anonimato."


Nem mais.

Faço meus os votos que antecedem.

E falo por experiência própria: os anónimos, com o tempo, desistem...

A autor do post anónimo venceu?

Cara Fátima Mata-Mouros:

Bloguear opiniões tem riscos, sendo acrescidos quando se deixam caixas de comentários à solta.

Por outro lado, é esse risco que comporta muitas vezes o interesse em arriscar opiniões e por vezes também disparates, o que me parece inevitável se quisermos usufruir de uma liberdade de expressão maior, afoitando-nos a escrever sobre coisas que não conhecemos bem de todo.
É por isso que os jornalistas de opinião, os chamados "pensadores profissionais", como dizia Unamuno( citação retirada do artigo de Cunha Rodrigues na revista do MP que ontem li), entram abertamente pelo disparate adentro, muitas e muitas vezes. Basta ler um SOusa Tavares; um Vicente Jorge Silva ( esta última crónica é um manancial de bojardas); um outro que não quero dizer o nome, porque estou sempre a carregá-lo.
Todos eles e mais alguns, por vezes produzem alguma coisa de jeito e que se lê com proveito.
É por isso que costumo ler...para ver se vale a pena pensar no que escrevem.

Aqui, no blog, um insulto anónimo, mesmo soez, vale pouco; vale nada em termos substanciais, porque saído da irresponsabilidade da atoarda gratuita e vale um incómodo para quem é visado e para quem o lê.
Esse incómodo, passa quando se tem a noção de que não ofende quem quer. E mesmo sendo ideia feita, é mesmo assim: não ofende quem quer.
Logo, sou adepto de dois tipos de reacção: uma, a quente, dirigida ao piropista anónimo e se estiver inspirado.
Outra, a frio, é mais eficaz no tempo: ignorar o escarro virtual.
É o que lhe aconselho, pois o que escreve tem sempre interesse.
Cumprimentos.

Pelo muito respeito que lhe tenho - e por bem compreender as usas motivações -, apenas lhe peço que não faça um “logout” definitivo.
Este espaço continuará a ser seu.
Até breve, por aqui (espero) e por aí.

Lembrei-me agora de um trocadilho (um pouco brejeiro, mas creio que nos limites do que é lícito) a propósito da forma como encaro os posts e comentários dos blogues, que pode ajudar a desdramatizar o que talvez não tenha tanto drama.
Dizpositivos: posts e comentários sérios que visam a discussão aberta dos assuntos;
Diznegativos: posts e commentários de má língua mas dentro de limites aceitáveis;
Dizcagativos: posts e comentários de anónimos que gostam de gritar alarvidades de cara tapada;
Os primeiros interessam-me, os segundos também, mas menos, os terceiros são, no trocadilho que propuz, cagativos.

Gostaria de começar por subscrever o que os comentários anteriores disseram quanto à importância e relevo da crítica anónima e grosseira (e chamar-lhe crítica é dizer demais). Lapidarmente: Não ofende quem quer e o mais é "cagativo". Pode acrecentar-se que vozes de burro não chegam ao céu.
Sigo deixando uma palavra de conforto e apreço porque cada um reage como sente e se, no seu caso, deu relevo à palermice, qualquer reacção é válida e legítima (embora pareça a quem vê e lê "de fora" uma reacção excessiva).
Com todo o respeito pela atitude de saída e porque gostaria que reconsiderasse deixo-lhe algumas razões para que, se quiser, o possa fazer:
1) Este blog, do que me recordo, será talvez o primeiro espaço público em que, de forma coerente, sistemática os juízes assumem "de cara lavada" as suas opiniões e defendem as suas ideias. Isto é algo de essencial (nem preciso de lhe dizer porquê);
2) Descontando raras e desonrosas excepções, parece-me que o blog tem sido em espaço vivo e interessante de debate. Quem prefere o anonimato (situação que, a mim, me faz também alguma confusão) tem tido igualmente um contributo valioso e num registo elevado;
3) Com todo o respeito pelos outros blogers (incluindo por mim próprio) tem sido evidente que os seus comentários Fátima têm sido "de outro campeonato", pelo conteúdo e pela frequência;
4) Sair do blog alguém cujos comentários têm sido a "jóia da coroa" pode enfraquecê-lo de interesse e relevo e, em última instância, mesmo com todo o dinamismo do autor e boas-vontades dos que ficam, fazê-lo perigar.
5) Mesmo estando, intencionalmente, a pintar um cenário escuro, gostaria que pensasse também neste prisma.
Se ficar pode sempre optar por não ler qualquer comentário em que constem as palavras "anonimous said".
Um abraço virtual.

É espantoso.
Uma pequena falha na quase diária leitura do que se passa no blog e logo sou confrontada com uma despedida. E logo tua, Fátima.
Será possível pedir que não se dê uma vitória a quem nem sabe escrever o próprio nome, a quem não tem a capacidade de dar a cara pela sua opinião, a quem merecia um lugar bem distinto daquele que actualmente ocupa na tão falada arquitectura dos tribunais?
O teu tempo é de ouro e todo o que gastas neste espaço é roubado a outras investigações que, para ti, serão sempre mais profícuas... mas então e nós???? Vamos ficar sem a tua participação, o teu trabalho de casa, o teu contributo para nos melhorar, só porque alguém, pior que todos nós, sem valor para quase nada, conseguiu ser demasiado forte e virar o rumo normal das coisas.
É só um pedido, vindo de quem aqui dedica mais tempo a ler do que a escrever: repensa, contraria-te, não os deixes ganhar.
Mas se o teu sentir e a tua desilusão não te permitirem fazer-me a vontade...então é ATÉ JÁ, ATÉ BREVE, ATÉ DAQUI A NADA.

Nunca "postei" neste blogue, mas leio-o sempre que posso. Uma das mais fortes razões para o fazer são os artigos da Dra.Fátima Mata-Mouros, cuja pertinência, elevação e qualidade tornam os meus dias melhores, porque mais sapientes e conhecedores. Perdoe-me o egocentrismo, mas a sua saída abre um vazio num espaço que eu considerava já meu - pois que também o leitor faz a obra.
Mas devo-lhe uma crítica: não creia que todos tenhamos a mesma elevação, boa educação, coragem... Alguns de nós, infelizmente, conseguiram chegar ao lugar que ocupam escondendo - como ainda hoje o fazem - aquilo que são verdadeiramente. E contra isso, não há exames, entrevistas, sessões no CEJ que o evitem. E o erro maior é tomar essa gente como alguém a quem se deve dar importância. E sair por causa deles é dar-lhes de mão beijada aquilo de que mais gostam.
Sai de cabeça erguida, é certo. Mas todos ficamos derrotados.
Espero que volte - aqui ou ali, tanto faz -, mas vou sentir falta das suas apreensões e análises.
Bem haja.
Tiago Pereira

Ao tomar conhecimento do acontecido com a Fátima e ao ler os muitos comentários que se vão somando, expresso aqui a minha total concordância com o que foi sendo escrito.

Tenho absoluta certeza que muita da qualidade deste blog foi sendo cimentada com a excelência das intervenções de Fátima Mata-Mouros, que soube sempre, para prazer dos leitores, conciliar um elevado conhecimento técnico das matérias abordadas com uma permanente criatividade intelectual no debate crítico das ideias.
A sua ausência vai seguramente notar-se.

Em relação aos anónimos que pululam por aí, tenho para mim que apenas uma sobranceira indiferença lhes fará a devida justiça.

Mas, o essencial é transmitir à Fátima o pedido que reconsidere e que nos deixe egoísticamente continuar a desfrutar dos seus textos, por aqui.

“Os povos serão cultos na medida em que entre eles crescer o número dos que se negam a aceitar qualquer benefício dos que podem; dos que se mantêm sempre vigilantes em defesa dos oprimidos não porque tenham este ou aquele credo político, mas por isso mesmo, porque são oprimidos e neles se quebram as leis da Humanidade e da razão; dos que se levantam, sinceros e corajosos, ante as ordens injustas, não também porque saem de um dos campos em luta, mas por serem injustas; dos que acima de tudo defendem o direito de pensar e de ser digno” – Agostinho da Silva em “O Terceiro Caminho”, Diário de Alcestes.

Por isso, não percam tempo: Vão andando que um dia eu tentarei alcançar-vos… Não mudei de caminho, apenas me atrasei um pouco.

Resposta ao anónimo que apreceu aqui e perguntou: O anónimo venceu?

Que lhe interessa? Afinal era apenas um anónimo!

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