« Home | Será que alguém nos ouve? » | Afinal, a quem interessa a melhoria da Justiça? » | Oh Miguel! Que pena! » | O cravo e a ferradura - Parte I » | «MAIS DO MESMO» » | "Mais do mesmo???" » | Dissonâncias » | Sem inconveniência » | Comunicar: É preciso! » | À Direcção cessante da ASJP e àquela que toma hoj... »

«O HOMEM HUMANO»

Ocorre-me a humildade do pensamento de um Homem Grande do nosso tempo, Agostinho da Silva:

“Creio que uma das atitudes fundamentais do homem humano deve ser a de reconhecer em si, numa falta de compreensão ou numa falta de acção, a origem das deficiências que nota no ambiente em que vive; só começamos na verdade, a melhorar quando deixamos de nos queixar dos outros para nos queixarmos de nós, quando nos resolvemos a fornecer nós mesmos ao mundo o que nos parece faltar-lhe; numa palavra, quando passamos de uma atitude de pessimista censura a uma atitude de criação optimista, optimista não quanto ao estado presente, mas quanto aos resultados futuros (“Revolta”, Glossas 1945, Textos e Ensaios Filosóficos I, in Agostinho da Silva, Uma Antologia)

Parabéns Sr. Dr. Paulo Faria por passar das palavras às acções!
Tenho a certeza que muitos mais juízes poderão seguir-lhe o exemplo. São atitudes destas que ditam a diferença e fazem com que os juízes passem a ser ouvidos. Não é levantando a voz!
É levantando o pensamento e elevando o sentido crítico. E, já agora, agindo em conformidade.

Agora só faltam os da OTA, TGV, MetroPorto, etc.

É precisamente como a Dr. Fátima Mata-Mouros afirma.
Os meus parabéns ao Dr. Paulo Faria.
Também fico à espera da resposta.

Muito obrigado!
Espero, em breve, poder escrever alguma coisa sobre o que este caso tem de acessório e o que, efectivamente, tem de relevante.

O MJ já publicou os documentos que entendeu por convenientes para dar cumprimento à decisão do CADA.

É verdade a informação que consta do comentário anterior.
E pela análise do segundo dos documentos disponibilizados verifica-se que o estudo que aponta para um acréscimo de 10% na produtividade dos tribunais mais não fez que recorrer à regra de três simples!
Estamos esclarecidos!!

Enviar um comentário

ligado

Criar uma hiperligação